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quinta-feira, novembro 05, 2009

Buscando passados esquecidos ...

Como é simples ficar somente pensando em épocas que passaram e aqueles amigos nas quais vc já não vê mais. Ou pior, você vê eles evoluiram para um lado e você nota que a distância está cada vez mais propícia de ser uma realidade.

Deixei isso acontecer comigo como se fosse um tufão e, quando percebi, tinha perdido tudo.

Ontem passei por uma experência muito interessante e, apesar de ser um louco por internet e trabalhar até com isso, nunca tinha perdido horas no computador para achar amigos e afins que não fazem mais parte de meu cotidiano.

Confesso que foi a coisa mais triste e feliz que tive na minha vida. Vi que todos estão bem e vivendo sua vida, porém todos estão separados. Dos meus 14 aos 18 anos foi a época na qual eu tenho mais prazer de lembrar.

Era um eterno sonhador.

Hoje sou um artista frustrado. Mas isso é para outro post.

Fiquei em casa horas a fio vendo amigos da época na tela de meu notebook e a vontade que tinha e de abraçá-los sem controle. De fato foi uma época muito importante na minha vida. Grande parte do que sou hoje eu devo a essa época ... passei por grandes dificuldades e aprendi muito com isso. Além de ter aprendido o prazer de tocar violão/guitarra e sonhar que um dia poderia chegar lá.

Isso fez eu pensar em muita coisa. Como eu cheguei até aqui. Poderia ter feito alguma coisa que poderia mudar meu rumo?

Acho que não.

Mas confesso que foi muito prazeroso ver pessoas que não via há mais de 10 anos. Necessito vê-los demais.

Estou pensando como um velho a beira da morte ... mas é assim de devo pensar mesmo para não esquecer que apesar de minha auto-críticas eu também tenho, mesmo que pequenina ... uma raíz.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

A Grande Guerra


Sempre temos um grande duelo no nosso consciente. A luta sempre será interminável, uma guerra sem fim bloqueadas por batalhas insanas e sombrias.

De um lado (inimigos) temos a inveja , raiva, rancor, tristeza e o desespero.
Do outro (aliados) a alegria, o amor, o orgulho, o desejo, a paz.

Serei um aliado.

Como num ringue de batalha de games estratégicos, e seguindo a minha consciência partirei com o seguinte ataque:

Com o orgulho parto para cima da tristeza. Daí a tristeza se engrandecerá para que ela mude de postura, para não se sentir triste. A vitória do inimigo vem logo no primeiro ataque. Meu orgulho tb ficará maior por mudar a postura de meu inimigo.

Mas daí sou abatido pelo rancor que por mais orgulho (virtude) que você tenha é difícil se dominar pela teimosia de seus atos, continuo no ataque que percebo que meu orgulho morrerá, transformando minha virtude em humilhação.

Perdi um aliado e ganhei mais um inimigo.

A humilhação junto com o desespero atacam meu desejo, tornando ele quase ansioso. Daí a paz revida com um golpe para que não surja mais um inimigo (ansiedade).

O desejo se perde na batalha, mas ainda está vivo.

O desespero enfraquece. Porém a humilhação se fortalece. E com um pouco de alegria destruo tudo que tenho de desespero.

Restaram:
inveja , raiva, rancor, e a humilhação
e
a alegria, o amor, o desejo, e a paz.

A paz controla o ambiente, mas , subitamente sou atingido pelas costas com a inveja e o rancor.

A humilhação se torna quase imbatível

Não há amor, paz e alegria que resolva isso.

Vamos colocar o desejo na linha de frente.

Os dois somente se olham e não fazem nada. Um observando o outro como no início de uma luta de boxe.

O amor abraça os dois de uma tal maneira que há uma grande explosão. Com a destruição dos três, nasce das cinzas a humildade.

O que eu faço com a humildade no meio de uma guerra?

Vou tentar cutucar a inveja. Ele não se sente bem e a inveja cai em sua própria desgraça.

Restam:
Raiva e Rancor
e
Humildade, alegria e a Paz

Bom tenho um a mais para a batalha.

Vou jogar a alegria em cima da minha raiva para ver se consigo distraí-la. Quase consigo quando o rancor me fala coisas no ouvido em que a raiva dá um grande golpe na alegria, fazendo a humildade enfraquecer.

A raiva destrói a humildade como num piscar de olhos. A paz abalada não encontra a alegria e se depara de frente com a raiva a paz pede clemência mas não tem jeito.

Uma nova explosão. Dos dois volta a tristeza.

Restam:
Raiva, Rancor e Tristeza
e
Alegria

A derrota está nítida quando a última explosão acontece.

A alegria distrái o rancor com isso a raiva começa a perder sua cor.

Ela desaparece.

A alegria com o rancor se unem para formar o sarcamo. A tristeza já está em seu lugar.

Final da guerra de minha consciência:

- Declarado a consciência que no final da guerra se sentimentos os vitoriosos foram:

"A tristeza e o sarcasmo"

Sempre vão existir batalhas pessoais, outros sentimento ganham batalhas, mas no final da guerra, normalmente sobrará esses dois...

Faça o seu jogo! Quem vai ganhar na sua guerra.