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sábado, agosto 12, 2006

Relembrar faz bem, melhor ainda quando você se sente correto.



Estava pensando sobre algumas coisas (materiais/psicológicas) que perdi durante esses meses em que não postava aqui. E notei que o que perdi não valia muita coisa para mim, na verdade era uma pequeno alicerce da transformação vivida por mim nesse dias.

Tinha achado que em alguns momentos a nossa estrutura se abala um pouco mas, o que realmente acontece é a mudança em que passo. Acho que sou um transformer.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

A Grande Guerra


Sempre temos um grande duelo no nosso consciente. A luta sempre será interminável, uma guerra sem fim bloqueadas por batalhas insanas e sombrias.

De um lado (inimigos) temos a inveja , raiva, rancor, tristeza e o desespero.
Do outro (aliados) a alegria, o amor, o orgulho, o desejo, a paz.

Serei um aliado.

Como num ringue de batalha de games estratégicos, e seguindo a minha consciência partirei com o seguinte ataque:

Com o orgulho parto para cima da tristeza. Daí a tristeza se engrandecerá para que ela mude de postura, para não se sentir triste. A vitória do inimigo vem logo no primeiro ataque. Meu orgulho tb ficará maior por mudar a postura de meu inimigo.

Mas daí sou abatido pelo rancor que por mais orgulho (virtude) que você tenha é difícil se dominar pela teimosia de seus atos, continuo no ataque que percebo que meu orgulho morrerá, transformando minha virtude em humilhação.

Perdi um aliado e ganhei mais um inimigo.

A humilhação junto com o desespero atacam meu desejo, tornando ele quase ansioso. Daí a paz revida com um golpe para que não surja mais um inimigo (ansiedade).

O desejo se perde na batalha, mas ainda está vivo.

O desespero enfraquece. Porém a humilhação se fortalece. E com um pouco de alegria destruo tudo que tenho de desespero.

Restaram:
inveja , raiva, rancor, e a humilhação
e
a alegria, o amor, o desejo, e a paz.

A paz controla o ambiente, mas , subitamente sou atingido pelas costas com a inveja e o rancor.

A humilhação se torna quase imbatível

Não há amor, paz e alegria que resolva isso.

Vamos colocar o desejo na linha de frente.

Os dois somente se olham e não fazem nada. Um observando o outro como no início de uma luta de boxe.

O amor abraça os dois de uma tal maneira que há uma grande explosão. Com a destruição dos três, nasce das cinzas a humildade.

O que eu faço com a humildade no meio de uma guerra?

Vou tentar cutucar a inveja. Ele não se sente bem e a inveja cai em sua própria desgraça.

Restam:
Raiva e Rancor
e
Humildade, alegria e a Paz

Bom tenho um a mais para a batalha.

Vou jogar a alegria em cima da minha raiva para ver se consigo distraí-la. Quase consigo quando o rancor me fala coisas no ouvido em que a raiva dá um grande golpe na alegria, fazendo a humildade enfraquecer.

A raiva destrói a humildade como num piscar de olhos. A paz abalada não encontra a alegria e se depara de frente com a raiva a paz pede clemência mas não tem jeito.

Uma nova explosão. Dos dois volta a tristeza.

Restam:
Raiva, Rancor e Tristeza
e
Alegria

A derrota está nítida quando a última explosão acontece.

A alegria distrái o rancor com isso a raiva começa a perder sua cor.

Ela desaparece.

A alegria com o rancor se unem para formar o sarcamo. A tristeza já está em seu lugar.

Final da guerra de minha consciência:

- Declarado a consciência que no final da guerra se sentimentos os vitoriosos foram:

"A tristeza e o sarcasmo"

Sempre vão existir batalhas pessoais, outros sentimento ganham batalhas, mas no final da guerra, normalmente sobrará esses dois...

Faça o seu jogo! Quem vai ganhar na sua guerra.